quinta-feira, 28 de maio de 2009

MACRO-JÊ

Os rios São Francisco e Parnaíba foram as duas grandes vias de penetração para o colono no Estado do Piauí. As grandes propriedades não eram organizadas uniformemente como fazendas de gado. Esses domínios estavam arrendados ou subdividos em inúmeros currais. Um só fazendeiro normalmente possuía vários currais, dependendo da existência de pastos e água. De acordo com Porto (1974:64), a distância média de uma fazenda para outra era de três léguas, podendo existir uma légua de terra para uso comunal, entre as fazendas (TEIXEIRA DA SILVA, 1996:6; ROTEIRO . . . , 1900:89).
O processo de doações de sesmarias no Piauí foi o mecanismo jurídico que deu origem ao latifúndio. Dois sertanistas merecem destaque neste processo, Domingos Jorge Velho e Domingos Afonso Mafrense. “Há indicações, inclusive, de que os dois Domingos – Mafrense e Jorge Velho travaram luta antes de chegar a um acordo sobre as áreas reservadas à ação de cada um” (CASTELO BRANCO, 1990:31). Esta ocupação, porém, não se fez pacificamente. Os pimenteira, os gurguéia, os acroá, os caratin resistiam à conquista, até serem dizimados ou incorporados, transformando-se em vaqueiros ou boiadeiros nas caatingas, de acordo com a historiografia oficial. Os gurguéia atacavam, matando e afugentando o gado dos colonos, sendo reprimidos pelo paulista Estevão Ribeiro Baião Parente (PIRES, 2002: 63). José Martins Pereira D’Alencastre (apud BRANDÃO, 1995:45) descreveu como Domingos Afonso Serra e seu irmão Julião Afonso Serra, rendeiros de Francisco Dias de Ávila, armaram uma bandeira e entraram por terras de Pernambuco, perseguindo e conquistando alguns grupos indígenas da região, os que provavelmente resistiam de forma mais explícita ao avanço do colonizador:
... transpuseram os dois cabos a Serra do [sic] Dois Irmãos, e continuando a marchar para o Norte, descobriram as férteis terras que tinham o Canindé e seus afluentes...
De volta os conquistadores da empresa (...) cuidaram logo de tirar destes vastos terrenos o mais real e duradouro proveito.
Os dois irmãos criavam em terras alheias, de agora em diante, podiam povoar com seus gados, terras próprias, e talvez melhores... em 1676, pediram de sesmarias 40 léguas de terras, para situação de suas fazendas.
Os dados etno-históricos permitem localizar vários grupos indígenas no Estado do Piauí e seus arredores. Todavia, há uma imprecisão na nomenclatura utilizada. Mott (1979) comenta que “Gamela” era a designação dada pelos sertanejos aos índios Timbira, Acroá e Gueguê. De acordo com Oliveira (2000: 50), os Xavante e Xerente eram conhecidos por “Acuéns”. Hemming (1997: 121) aponta os Xicriabá e os Acroá com a denominação de “guenguéns”.
Desde o início da colonização do Brasil tem-se ocultado a diversidade étnica dos grupos indígenas que habitaram o Nordeste. A generalização dos diferentes
grupos pelos termos Tupi e Tapuia é apenas a ponta do “iceberg” do descaso e falta de interesse com a história destes povos9.
Costa (1980: 158), na sua introdução à arqueologia brasileira, apresenta os seguintes grupos no Piauí: os Teremembé, Kirirí, Sacamecran e Acroá, nas margens do rio Parnaíba. O autor destacou a família Jê, classificando, entre outros povos, os Timbira, os Aimoré-Botocudo, os Augé e os Temembé, além de alguns grupos que habitavam o interior de Pernambuco e Maranhão, que prestaram auxílio aos holandeses nas lutas do século XVII (1980: 160). Outra família citada por Costa (1980: 166) são os Kiriri ou Cariri, vítimas de muitas perseguições:
muitas eram as tribos da família Kiriri, sendo das principais os Teremembé que, desde o Itapicuru, ou o Gurupi até Camocim, estendiam o seu domínio, sendo em 1679 barbaramente perseguidos. Dos Teremembé, atacados por portugueses do Maranhão, que se faziam acompanhar de cento e tantos brancos e aproximadamente, quatrocentos e cinqüenta índios rivais, só escaparam, em uma maloca de trezentos, trinta e sete indígenas. Após essas atrocidades, em 1687, o padre Miguel de Carvalho aldeou os Teremembé no Ceará.
Nimuendaju (2002) apresenta o deslocamento de várias populações indígenas na área do Estado do Piauí. O autor localiza os Jaicós, em 1674, na região sudeste, margeando o rio Piauí, e indica sua movimentação, focalizando seu deslocamento para o norte, cruzando o rio Canindé e o rio Itaim, alcançando os limites com a Paraíba, nos séculos XVIII e XIX. Outro grupo indígena cuja movimentação Nimuendaju indica é o dos Timbira, que viveram próximos a Oeiras. Entre os anos de 1674, 1728 e 1786 este grupo se movimentou rio acima, o que poderia ter causado o deslocamento dos Guegué para o norte, entre 1765 e 1786, atingindo as margens do Parnaíba, em meados do século XIX. Oliveira chama a atenção para o fato de que muitos nomes das “tribos” citadas como existentes no Estado do Piauí não foram registrados por Nimuendaju em seu mapa etno-histórico e “outros restaram apenas
9 Puntoni (1997) destaca sobre esses termos: “Podemos notar que em relação a classificação dos povos indígenas, a literatura tem comumente se respaldado em generalizações recorrentes. Destaca-se recorrentemente a reposição da classificação desses povos em duas unidades culturais (ou mesmo raciais), que funciona como pólos antagônicos: os Tupi e os Tapuia. Assim, não seria afirmar que esse binômio tem sido a chave classificatória fundamental a perpassar a documentação e a historiografia, dos cronistas do século XVI até mesmo dos trabalhos coevos. Nesse particular, registro e interpretação se misturam, de tal maneira que não podemos mesmo dela prescindir.”
como denominações de localidades, como é o caso de Gilbué, situada no sudoeste do estado...” (2000: 53).
Três troncos lingüísticos parecem compor os diversos grupos na área do Piauí: oTupi, o Macro-Jê e, possivelmente, da família Karibe, o Caraíba ou karib. Os grupos do tronco Tupi localizavam-se nas margens dos rios São Francisco e Parnaíba, segundo Oliveira (2000: 53): os Amoipira, Tabajara, Ubirajara, Potiguara e Guarani. Nunes (1975: 29) deduz que os Amoipira descendem dos Tupinambá. Já Hemming (1997: 116) acredita que o processo de povoamento colonial é responsável pela migração dos Tupi para o Maranhão e para as terras situadas às margens do rio Parnaíba.
A possibilidade dos índios Kamakan, pertencentes à família Jê, terem chegado até São Raimundo Nonato é indicada por Pessis (1994:237):
Praticavam o enterramento secundário em urnas de cerâmica. O morto era inicialmente enterrado em posição fetal em uma fossa de 1, 20 a 1, 50 m de profundidade, tendo ao seu lado armas e uma jarra contendo uma bebida; tudo era em seguida coberto de terra, fazia-se uma fogueira sobre a sepultura e recobria-se com ramagens (informação interessante, pois as escavações em abrigos da área do Parna permitiram a descoberta de enterramentos com o corpo coberto de ramos, tendo sido ateado um grande fogo sobre a sepultura depois desta ter sido recoberta de sedimentos). Um pote de cerâmica na fossa indicava a idade e o sexo do morto. Depois que a carne desaparecia, os ossos eram coletados e introduzidos em uma urna funerária, a qual era enterrada em um buraco não muito fundo.
A diversidade de grupos indígenas registrados nos estudos etno-históricos levanta a possibilidade de grupos culturais diferentes daqueles que ocuparam os sítios do tipo aldeia, apresentados nesta pesquisa, terem se deslocado para a região do Parque Nacional. Os condicionantes históricos do processo de colonização do interior, por meio da expansão do gado para o Sertão e das guerras justas, explicam por que um grupo externo se deslocaria para a região do Parque Nacional. Essa hipótese é reforçada por Pessis:
Durante milênios, desde há 500 séculos, a ocupação humana indígena foi contínua na região do Parque Nacional. Evidências arqueológicas indicam que, em épocas históricas, como resultado dos processos de
colonização, a região teria se transformado em ponto de refúgio para populações indígenas, que fugiam do invasor europeu que ocupara o litoral e as margens do Amazonas. Provenientes dessas regiões, pressionados pela presença dos criadores de gado que avançam na região, pelo norte e pelo leste, diferentes etnias recuaram, convergindo para as serras do Parque Nacional. Ali, como última etapa de quatro séculos de perseguição, coabitaram grupos indígenas de diversas origens (2003:40).
Apesar de não ser possível determinar a etnia e o tronco lingüístico do grupo cultural responsável pela produção dos vestígios arqueológicos da Toca da Baixa dos Caboclos, pode-se contudo afirmar, com base nas informações oriundas das pesquisas etno-históricas e das datações, que este grupo pertence a um contexto histórico de migrações e dispersões populacionais catalisadas por pressões demográficas tanto de outros grupos autóctones, quanto dos colonizadores do Sertão.
A perspectiva adotada neste estudo, o perfil técnico cerâmico, permitiu distinguir duas tecnologias diferentes nos vestígios cerâmicos dos abrigos Toca da Baixa dos Caboclos e Toca do Serrote do Tenente Luiz. Além destes dois abrigos, também foram estudados os vestígios cerâmicos da Toca do Pitombi. Todavia, o número de fragmentos foi insuficiente para traçar o perfil técnico cerâmico, os dados obtidos nas análises desses vestígios indicam diferenças tecnológicas em relação aos outros dois abrigos.
A Toca da Baixa dos Caboclos possui um perfil técnico cerâmico diferenciado daqueles identificados nos sítios a céu aberto Aldeia Queimada Nova, Barrerinho, Baixão da Serra Nova (OLIVEIRA, 2001) e Cana Brava (CASTRO, 1999), ou seja, o grupo cultural responsável pela produção dos artefatos cerâmicos deste sítio de abrigo não representa uma continuidade daqueles grupos culturais que ocuparam as aldeias. E, com base nas informações oriundas das pesquisas etno-históricas e das datações para este sítio, pode se afirmar que este grupo pertence a um contexto histórico de migrações e dispersões populacionais catalisadas por pressões demográficas tanto de outros grupos autóctones, quanto de colonizadores do Sertão.
Os sepultamentos na Toca da Baixa dos Caboclos ocorreram num período em que os processos de expansão de colonos, em sua maioria relacionados à agropecuária extensiva, já alcançavam as terras da então chamada Capitania do Piauí. Em decorrência da conquista do Sertão, vários povos autóctones tiveram seus destinos alterados, sendo obrigados a migrar de região para região, quando não foram
simplesmente exterminados em uma das inúmeras “guerras justas”. O grupo humano responsável por estes sepultamentos pode fazer parte de uma das populações vítimas daquele momento histórico. Todavia, é prematuro afirmar com certeza a veracidade deste fato. Para comprovar tal afirmativa seria necessário a ocorrência de uma dessas situações: descoberta de um outro sítio arqueológico, em área diferente do Parque Nacional, com artefatos cerâmicos suficientes para atestar a semelhança da tecnologia adotada. A segunda situação seria a localização de outro sítio com o mesmo perfil técnico cerâmico na área do Parque Nacional, com datações que recuassem à presença deste grupo cultural no período pré-contato.
Como as evidências arqueológicas independem da vontade humana, essa questão talvez permanecerá aberta. O que se pode precisar é que o grupo responsável pela produção daqueles artefatos encontrados na Toca da Baixa dos Caboclos não apresenta semelhanças com as aldeias já estudadas, e, no entanto, por se tratar de um grupo contemporâneo a um processo de tamanha magnitude, a colonização do interior do Piauí, seria perfeitamente plausível seu envolvimento neste contexto.
Para a Toca do Serrote do Tenente Luiz é preciso ainda determinar com exatidão se os enterramentos em urnas e aqueles feitos diretamente no solo foram executados por grupos alheios entre si, ou se as mesmas pessoas conheciam e adotavam práticas funerárias diferenciadas.
Esta dúvida fica evidente ao se analisar as três datações existentes para este sítio. Duas destas, mais antigas (935 ±40 BP e 920 ±35 BP), foram obtidas a partir dos dentes de um mesmo esqueleto, sepultado, a princípio, sem urna funerária. Conseqüentemente, estas datações podem representar os enterramentos de um outro grupo cultural, pois a terceira datação, mais recente (365 ±40 BP), está associada diretamente aos enterramentos em urnas. A resposta para dúvidas como esta poderá vir através do pronunciamento dos arqueólogos responsáveis pela escavação do sítio, em artigo ou monografia a ser publicada sobre o assunto.
Outro elemento a ser considerado na Toca do Serrote do Tenente Luiz é que, de um total de 1575 fragmentos, apenas 171 possuem tamanho superior: 2 x 2 cm, e espessura maior que 5,0 mm. Em outras palavras, a maior parte dos fragmentos (1404) passou por um processo de desgaste elevado e, talvez, intencional. Este achado pode ser o sintoma de uma prática proposital de destruição da cerâmica, quiçá a fragmentação da cerâmica fosse um tipo de acompanhamento funerário, ou mesmo
servisse para algum tipo de ritual ligado aos sepultamentos. Esse índice elevado de fragmentação da cerâmica é um dado concreto e sua interpretação, pelo menos até o momento, somente pode ser feita num plano de conjecturas. O estudo de outros vestígios deste sítio, como o dos materiais líticos e dos vestígios orgânicos, poderá trazer nova luz sobre as práticas funerárias desse grupo cultural.
A produção cerâmica, no caso desta pesquisa, é um dos indicadores de diferenciação entre sítios arqueológicos; contudo, trata-se de resultados parciais. A constatação de um perfil técnico cerâmico distinto, como parte de um conjunto de outros perfis já estabelecidos, é um elemento concreto e indicador de diferenciação. O estudo dos grupos ceramistas da área arqueológica do Parque Nacional da Serra da Capivara representa um grande passo no conhecimento dos grupos próximos ao contato. Neste sentido, considerando sua abrangência, esta pesquisa representa uma contribuição a mais no aprofundamento dos conhecimentos sobre o tema.
É importante destacar que a pesquisa histórica deve se beneficiar de outras áreas do saber, neste caso da arqueologia, e que as fronteiras da multidisciplinaridade tendem a suprir as ausências e hiatos em ambas as disciplinas.
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